22/08/2014

“E haja saco para o horário eleitoral”

O horário eleitoral gratuito não é só um tormento para os telespectadores. As TVs abertas também arrancam os cabelos. Além do fiasco dos programas eleitorais em termos de audiência, anteontem à tarde, o que aconteceu à noite antecipa o comportamento do brasileiro nos próximos dois meses. A avaliação é de Lauro Jardim, na Veja Online:

Aos números; de acordo com o Ibope, na Grande São Paulo os canais pagos pularam de 8,2 pontos na segunda-feira para 16,4 pontos dobraram sua audiência, portanto. Encostaram na Globo, que caiu muito durante a exibição dos programas eleitorais, e registrou 17,3 pontos.
Fonte:Robson Pires

Suicídio de Getúlio Vargas completa 60 anos

Em quase 19 anos como presidente, Getúlio Vargas nunca havia sido atingido por ataques tão pesados quanto os desferidos em agosto de 1954. A exigência de que renunciasse ecoava no Congresso Nacional, nas Forças Armadas, na imprensa e na sociedade. Getúlio não renunciou. Na manhã de 24 de agosto, ainda vestindo pijama, deu um tiro no coração. O fatídico suicídio completa 60 anos neste domingo.

O governo estava em crise, por causa de denúncias de corrupção, mas perderia de vez as rédeas da situação com o atentado da Rua Tonelero. Na madrugada de 5 de agosto, o jornalista Carlos Lacerda saía de casa, no Rio, quando foi surpreendido por um atirador. Dono do jornal Tribuna da Imprensa, ele era o mais virulento crítico de Getúlio. Lacerda escapou vivo, mas o major da Aeronáutica que o acompanhava levou um tiro mortal. Uma investigação concluiu que a emboscada fora tramada por Gregório Fortunato, o chefe da equipe de segurança de Getúlio.

Em razão da morte do major, as Forças Armadas entraram com tudo na campanha pela renúncia. Os políticos da oposição davam a entender que, se Getúlio ignorasse as pressões, apoiariam os militares num golpe para tirá-lo do Catete à força. Até o vice-presidente da República mudou de lado. O potiguar Café Filho  que, por ser vice, era também presidente do Senado, como mandava a Constituição  usou os microfones do Palácio Monroe para anunciar que havia proposto a Getúlio Vargas a renúncia de ambos. O Congresso elegeria o sucessor para terminar o mandato.


21/08/2014

Lembra do garoto de 2 anos que fumava 40 cigarros por dia? Veja como ele ficou.

Um fato que entrou na mídia e chocou o mundo no ano de 2010, ocorreu devido ao garotinho indonésio de 2 anos chamado Ardi Rizal, ele fumava cerca de 40 cigarros por dia, ou seja, duas carteiras de cigarros.


‘Quando ele fica sem fumar, ele fica enfurecido. Bate a cabeça na parede grita e chora e ele me disse que fica enjoado e doente‘, alegou Diana, 26, mãe do garoto.

Autoridades ofereceram até mesmo um carro caso o garoto conseguisse parar de fumar mas o pai não vê problemas com o garotinho e seu vício.

O garoto indonésio entrou em uma clínica de reabilitação em Jacarta e em apenas um mês o garoto largou o vício, médicos diagnosticaram problemas cardíacos mas não pelo fato do cigarro e provavelmente por causa de sua obesidade.

Veja a mudança de Ardi Rizal:
( Essa é a verdadeira foto de como ele esta atualmente.)


Como ele mudou tanto em 3 anos . kkkkk
( foto que esta em vários sites da internet )

Youtube tira vídeo de Tiririca do ar após reivindicação de direitos autorais

O Youtube tirou do ar um vídeo da propaganda eleitoral de Tiririca (PR), candidato a deputado federal por São Paulo, após reivindicação de direitos autorais da editora EMI Songs. A propaganda foi veiculada nesta terça-feira (20) e ocupou todo o horário reservado a deputados federais do PR.

Os psicopatas nas redes sociais

Diante da forma irresponsável que as pessoas tem se portado nas redes sociais, o psiquiatra Daniel Martins de Barros escreveu em seu blog no Estadão o motivo pelo qual as pessoas têm agido como psicopatas no meio virtual. Ele afirma que os internautas na falta de freios sociais começam se comportar de forma desprezível.

Daniel apresenta situações em que as pessoas agiram de forma desumana e agressiva, como por exemplo, nas mortes de Robin Willians e Eduardo Campos. Ao invés das pessoas demonstrarem compaixão e uma atitude de humanidade, muitas ironizaram os acontecimentos e começaram a fazer da tragédia uma grande piada de mau gosto.

O psiquiatra ainda comenta sobre a forma como as pessoas têm agido no aplicativo Secret. Os usuários têm aproveitado da anonimidade para oprimir, caluniar, difamar e criar boatos sobre os outros. Muitos não se comportariam assim no mundo real, diante de pessoas concretas, e isto Daniel explica com a falta do chamado freio social. O chamado freio social é o momento em que uma pessoa consegue reprimir uma atitude não louvável de outra apenas com o olhar.

É o mesmo caso da liberdade, a pessoa entende o seu limite como sendo onde o do outro começa. Porém, a ausência desse olhar “reprimidor” do próximo faz com que as pessoas não pensem nas consequências de seus atos e palavras no meio virtual. O psiquiatra afirma que o cérebro do ser humano consegue entender o que o outro pensa através das expressões faciais. Porém, como pela internet não existe este contato visual, as pessoas começam a se comportar como psicopatas por não saberem distinguir os sentimentos alheios virtualmente.

Para ele, quando a pessoa não sente a dor alheia ela acaba agindo sem pensar nas consequências. O anonimato tem sido o principal fator para que muitas pessoas ajam como frieza e maldade. Daniel afirma que muitas pessoas com uma predisposição à ruindade aproveitam da invisibilidade da internet para praticar aquilo que não pratica no cara a cara para não sofrer repreensão.

Agora o bicho pegouu...Cição Bandido radicaliza queima santinhos seus ao lado de Henrique

O candidato a Deputado Federal pelo PHS, o caicoense Cição Bandido, postou em sua página no Facebook sua revolta com falta de solidariedade ao homem do campo do candidato peemedebista Henrique Alves. 

Mesmo fazendo parte da coligação do candidato bacurau, Cição foi até um lixão e queimou todos os santinhos doados para sua campanha.



Veja o que escreveu o candidato caicoense:

Comecei a minha campanha só e dessa forma estou até agora. Não recebi apoio financeiro de ninguém, e a única coisa que me mandaram foi alguns "santinhos", ao lado de um candidato que eu sempre critiquei por cruzar os braços diante das dificuldades enfrentadas pelo homem do CAMPO, em momento algum o candidato ao governo do Estado Henrique Alves foi solidário a minha causa, então porque eu ia sair pedindo voto casado pra ele? 

Hoje pela manhã fui a um lixão e de uma só vez distribuí todos os meus santinhos. O meu apoio é o POVÃO, vcs estão comigo? Posso contar com o apoio de vcs?
Por Cição Bandido.




19/08/2014

Cinquenta mil bolsas do ProUni serão ocupadas por ordem de inscrição

Após duas chamadas regulares e a lista de espera, o Ministério da Educação (MEC) decidiu oferecer online as bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) que não foram preenchidas. Segundo o diretor de Políticas e Programas de Graduação do MEC, Dilvo Ristoff, há cerca de 50 mil bolsas, integrais e parciais, para serem ocupadas, o que corresponde a aproximadamente 43% das 115.101 bolsas ofertadas nesta edição.


De acordo com o MEC, foram 653.992 candidatos inscritos. “O número de bolsas e de inscritos cresce a cada edição do ProUni. Mesmo assim, muitas turmas não são formadas. O interesse existe, mas para que sejam formadas precisam de prounistas e estudantes pagantes, tem que ter a combinação dos dois”, diz Ristoff. Ele não soube informar quantas turmas deixaram de ser formadas neste processo, mas disse que no início do ano, o número chegou a 2 mil turmas.


“O preenchimento das bolsas varia de instituição para instituição, de local para local, há instituições em que o preenchimento é pequeno e outras em que chega a quase 100%”, explicou. “O número [50 mil] indica que não conseguimos preencher todas [as bolsas] e por isso estamos fazendo esse esforço extra para garantir a oportunidade às pessoas que ainda desejam ser bolsistas do ProUni”, acrescenta.


Cientistas desenvolvem câmera que captura 4,4 trilhões de frames por segundo.

No século XIX, o fotógrafo Eadweard Muybridge chocou o mundo com a beleza dos seus estudos sobre o movimento dos cavalos.


Haveria um instante, durante o galope, em que os quatro cascos do animal deixavam de tocar o chão? Muybridge respondeu a essa pergunta com a famosa sequência de fotos que capturava os vários estágios desse movimento.

Mais de 100 anos depois, cientistas das universidades de Tóquio e Keio no Japão continuam essa busca pelos instantes fugazes do mundo natural com uma câmera capaz de registar fenómenos tão rápidos quanto a condução do calor por um material.

Batizada de STAMP (Sequentially Timed All-optical Mapping Photography – algo como “fotografia de mapeamento óptico sequencialmente cronometrada”), essa máquina produz uma sequência de imagens com uma resolução de 450x450 pixels.

Pode parecer pouco, mas o intervalo de tempo entre a captura de cada um desses frames é de cerca de 100 femtosegundos, ou seja, menos do que um trilionésimo de segundo. Por outras palavras, essa câmera é mais de 36 bilhões de vezes mais rápida que um iPhone 5s.

O método de captura não nada convencional. Em vez de realizar uma sucessão de exposições que ocupam toda a área do sensor de imagem, o STAMP usa um sistema óptico inovador que conduz os raios de luz de modo que atinjam áreas diferentes do sensor em intervalos determinados.

Essencialmente, eles estão a trocar a resolução por frame rate. Como é a própria propagação da luz que determina o intervalo entre os quadros, essa câmera não é limitada por nenhum efeito mecânico (como é o caso do obturador nas DSLR comuns) ou eletrônico.

Como os próprios pesquisadores notam, já existe um método de geração de imagem que oferece mais resolução e é tão rápido quanto o STAMP. Essa técnica é chamada de “pump probing”. No entanto, ela depende da comparação entre uma série de amostragens para formar a imagem.

Simplificando, isso quer dizer que a vantagem do STAMP sobre o “pump probing” está no fato de que ele pode capturar fenómenos que não são facilmente reproduzíveis. Além disso, o STAMP é tão flexível quanto uma câmera convencional, podendo ser adaptado para registar processos microscópicos e macroscópicos.




Fonte:  info

Mesmo sem as minimas condições de trabalhos o Comante do 12º Batalhão deflagra "Operação Força Total".

Mesmo com a falta de efetivo e viaturas sucateadas o comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar Major Correia Lima, deflagrou operação "Força Total", nesta terça-feira (19), em Mossoró. As abordagens foram realizadas na zona Leste da cidade de Mossoró .

O intuito da operação é retirar de circulação veículos irregulares, apreensão de drogas e armas e prender pessoas que devem à justiça.

Segundo o Major Correia Lima , a operação foi considerada positiva, com isso novas operações serão deflagradas  nesses próximos dias com todo efetivo do 12º BPM.

Turbulência na eleição da bancada potiguar para a Câmara Federal


Segundo analistas políticos, estariam com vaga garantida na Câmara Federal os candidatos Walter Alves(PMDB), Rafael Motta (PROS), Fábio Faria (PSD) e Zenaide Maia (PR). Para as demais vagas, surgem as especulações. Será que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) conseguirá ajudar a eleger o sobrinho, Betinho Segundo (PP)? E o prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT), poderá eleger um de seus principais aliados, o jornalista Sávio Hackradt (PDT)?

De Mossoró dois nomes fortes estão no páreo: Fafá Rosado (PMDB) e Sandra Rosado (PSB). Para o senador José Agripino, presidente do DEM, o desafio é reeleger seu filho Felipe Maia (DEM). E Fátima Bezerra (PT)? Conseguirá eleger seu assessor Adriano Gadelha (PT). E ainda tem Rogério Marinho (PSDB) tentando retornar à Câmara Federal.

Do blogue: São dez nomes para oito vagas. Quem sobrará?


VII Conferência Estadual dos Advogados acontece de 20 a 22 de agosto


A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte vai realizar nos dias 20, 21 e 22 de agosto, no Praia Mar Hotel, a VII Conferência Estadual dos Advogados e terá como tema principal “Direito e Democracia: A Construção da Identidade Brasileira”. O evento, que é voltado para advogados e acadêmicos de Direito, contará com a participação de palestrantes nacionais e tem como coordenador científico o professor Adilson Gurgel de Castro (membro da Comissão Nacional da Educação Jurídica do Conselho Federal da OAB) e como coordenador acadêmico o professor Djamiro Acipreste (secretário geral da CAARN). As inscrições podem ser feitas pelo site da OAB/RN.





Matéria de Robson Pires

Convite...


Aneel reajusta contas de energia

Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) atualizou, nesta terça-feira (19), o reajuste médio de 18,88% nas tarifas de energia da Companhia Energética de Brasília (CEB).

 A CEB tem 960 mil consumidores e o reajuste passa a valer a partir do dia 26 de agosto. Os consumidores de alta tensão, como os industriais, terão alta de 19,9% e os de baixa tensão, 18,38%.


Viúva de Reginado Rossi morre aos 67 anos no Recife



A esposa do cantor cantor Reginaldo Rossi, Celeide Pessoa Neves faleceu aos 67 anos no final da manhã desta sexta-feira (15), às 11h20, no Hospital Memorial São José, no Recife, após um infarto.

A viúva do rei do brega estava internada na UTI coronária da unidade de saúde desde a última quarta-feira (13), com complicações no coração. Ela foi atendida pela médica Fátima Maia.

O seu esposo, Rossi, morreu em dezembro do ano passado, aos 69 anos, por decorrência de um câncer de pulmão.






Fonte:Jornal do Comercio

Prefeitura de Caicó quer alugar caminhão Munk por 600 mil reais ao ano

Quanto custa um caminhão Munk?



Certamente menos que os seiscentos mil reais que a prefeitura Municipal de Caicó quer pagar pelo aluguel de um por um período de um ano.(agosto de 2014 a agosto de 2015) Pelo menos é isso que consta no objeto de um pregão presencial aberto pelo poder executivo municipal caicoense. 

O equipamento será destinado à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos deste Município. 

É absurdo esse valor. Melhor seria comprar o equipamento e agregá-lo ao patrimônio público. 

Roberto Germano, que talvez tenha assinado o processo sem atentar para o valor, deveria cancelar essa licitação e procurar alternativas mais econômicas de atender a necessidade do município sem gastar tanto. 

CANCELE ROBERTO, CANCELE.







Fonte:www.vcartigosenoticias.com

Ditadura: Míriam Leitão conta como, grávida e nua, foi torturada com jiboia




Por muito tempo, a jornalista Míriam Leitão não quis contar como foi sua prisão na época da ditadura. “Para não parecer que me vitimizo'', Míriam me disse há pouco.

Com altivez, ela denunciou os torturadores quando foi interrogada na Justiça Militar, nos anos 1970. Como tantas militantes que combateram a covardia, Míriam é mulher de verdade.

Uma das virtudes dos grandes repórteres é a persistência. E Luiz Cláudio Cunha é um grande repórter. O gaúcho persistiu e convenceu a mineira a falar sobre a quadra sombria em que penou nas mãos da barbárie.

Grávida, Míriam foi torturada nua. Trancaram-na com uma cobra.

É muito provável que um dos seus algozes tenha sido Paulo Malhães, o coronel do Exército morto meses atrás, depois de revelar atrocidades perpetradas contra seres humanos indefesos que ele e seus comparsas torturaram e mataram.

O depoimento histórico de Míriam Leitão a Luiz Cláudio Cunha e a reportagem que acompanha as memórias da ex-presa política estão no site do “Observatório da Imprensa'' (aqui).



Abaixo, o blog publica o que Míriam narrou a Luiz Cláudio:

( O blog está no Facebook e no Twitter )


'Eu sozinha e nua. Eu e a cobra. Eu e o medo'

Eu morava numa favela de Vitória, o Morro da Fonte Grande. Num domingo, 3 de dezembro de 1972, eu e meu companheiro na época, Marcelo Netto, estudante de Medicina, acordamos cedo para ir à praia do Canto, próxima ao centro da capital. Acordei para ir à praia e acabei presa na Prainha. É o bairro que abriga o Forte de Piratininga, essa construção bonita do século 17. Ali está instalado o quartel do 38º Batalhão de Infantaria do Exército, do outro lado da baía.

Eu tinha dado quatro plantões seguidos na redação da rádio Espírito Santo e já tinha quase um ano de profissão. Eu vestia uma camisa branca larga, de homem, sobre o biquini vermelho. Caminhando pela Rua Sete em direção à praia, alguém gritou de repente:

– Ei, Marcelo?

Nos viramos e vimos dois homens correndo em nossa direção com armas. Eu reconheci um rosto que vira em frente à Polícia Federal. Meu ônibus sempre passava em frente à sede da PF e eu tentava guardar os rostos.

– É a Polícia Federal – avisei ao Marcelo

Em instantes estávamos cercados. Apareceram mais homens, mais um carro. Voltei a perguntar:

– O que está acontecendo?

Eles nos algemaram e empurraram o Marcelo para o camburão. Era uma camionete Veraneio, sem identificação. Eu tive uma reação curiosa: antes que me empurrassem sentei no chão da calçada e comecei a gritar, a berrar como louca, queria chamar a atenção das pessoas na rua. Mas ainda era cedo, manhã de domingo, havia pouca gente circulando. Achava que quanto mais gente visse aquela cena, mais chances eu teria de sair viva. Como eu berrava, me puxaram pelos cabelos, me agarraram para me colocar no carro. Eu, ainda com aquela coisa de Justiça na cabeça, reclamei:

– Moço, cadê a ordem de prisão?

O homem botou a metralhadora no meu peito e respondeu com outra pergunta:

– Esta serve?

As algemas eram diferentes, eram de plástico, e estavam muito apertadas, doíam no pulso. Viajamos sem capuz, eu e Marcelo, em direção a Vila Velha, onde fica o quartel do Exército. Eu ainda achava que não era nada comigo, que o alvo era o Marcelo. Ele estava no quarto ano de Medicina e tinha acabado de liderar a única greve de estudantes do país daquele ano, que trancou por dois dias as aulas na universidade de Vitória e paralisou os trabalhos no Hospital de Clínicas. Achei que estava presa só porque estava indo à praia com o Marcelo.

A Veraneio entrou no pátio do quartel, o batalhão de infantaria. Nos levaram por um corredor e nos separaram. Marcelo foi viver seu inferno, que durou 13 meses, e eu o meu. Sobre mim jogaram cães pastores babando de raiva. Eles ficavam ainda mais enfurecidos quando os soldados gritavam: “Terrorista, terrorista!”. Pareciam treinados para ficar mais bravos quando eram incitados pela palavra maldita. De repente, os soldados que me cercavam começaram a cantar aquela música do Ataulfo Alves: “Amélia não tinha a menor vaidade/ Amélia é que era mulher de verdade”. Só então percebi que minha prisão não era um engano. “Amélia” era o codinome que o meu chefe de ala no PCdoB tinha escolhido pra mim: “Você, a partir de agora, vai se chamar Amélia”. Quis reagir na hora, afinal não tenho nada de Amélia, mas não quis discordar logo na primeira reunião com o dirigente.

O comandante do batalhão era o coronel Sequeira [tenente-coronel Geraldo Cândido Sequeira, que exerceu o comando do 38º BI entre 10 de março de 1971 a 13 de março de 1973], que fingia que mandava, mas não via nada do que acontecia por lá. O homem que de fato mandava naquele lugar, naquele tempo, era o capitão Guilherme, o único nome que se conhecia dele. Ele era o chefe do S-2, o setor de inteligência do batalhão. Todos os interrogatórios e torturas estavam sob a coordenação dele. Ele pessoalmente nada fazia, mas a ele tudo era comunicado. Nesse primeiro dia me deu um bofetão só porque eu o encarei.

– Nunca mais me olhe assim! – avisou.

Fui levada para uma grande sala vazia, sem móveis, com as janelas cobertas por um plástico preto. Com a luz acesa na sala, vi um pequeno palco elevado, onde me colocaram de pé e me mandaram não recostar na parede. Chegaram três homens à paisana, um com muito cabelo, preto e liso, um outro ruivo e um descendente de japonês. Mandaram eu tirar a roupa. Uma peça a cada cinco minutos. Tirei o chinelo. O de cabelo preto me bateu:

– A roupa! Tire toda a roupa.

Fui tirando, constrangida, cada peça. Quando estava nua, eles mandaram entrar uns 10 soldados na sala. Eu tentava esconder minha nudez com as mãos. O homem de cabelo preto falou:

– Posso dizer a todos eles para irem pra cima de você, menina. E aqui não tem volta. Quando começamos, vamos até o fim.

Os soldados ficaram me olhando e os três homens à paisana gritavam, ameaçando me atacar, um clima de estupro iminente. O tempo nessas horas é relativo, não sei quanto tempo durou essa primeira ameaça. Viriam outras.

Eles saíram e o homem de cabelo preto, que alguém chamou de Dr. Pablo, voltou trazendo uma cobra grande, assustadora, que ele botou no chão da sala, e antes que eu a visse direito apagaram a luz, saíram e me deixaram ali, sozinha com a cobra. Eu não conseguia ver nada, estava tudo escuro, mas sabia que a cobra estava lá. A única coisa que lembrei naquele momento de pavor é que cobra é atraída pelo movimento. Então, fiquei estática, silenciosa, mal respirando, tremendo. Era dezembro, um verão quente em Vitória, mas eu tremia toda. Não era de frio. Era um tremor que vem de dentro. Ainda agora, quando falo nisso, o tremor volta. Tinha medo da cobra que não via, mas que era minha única companhia naquela sala sinistra. A escuridão, o longo tempo de espera, ficar de pé sem recostar em nada, tudo aumentava o sofrimento. Meu corpo doía.

Não sei quanto tempo durou esta agonia. Foram horas. Eu não tinha noção de dia ou noite na sala escurecida pelo plástico preto. E eu ali, sozinha, nua. Só eu e a cobra. Eu e o medo. O medo era ainda maior porque não via nada, mas sabia que a cobra estava ali, por perto. Não sabia se estava se movendo, se estava parada. Eu não ouvia nada, não via nada. Não era possível nem chorar, poderia atrair a cobra. Passei o resto da vida lembrando dessa sala de um quartel do Exército brasileiro. Lembro que quando aqueles três homens voltaram, davam gargalhadas, riam da situação. Eu pensava que era só sadismo. Não sabia que na tortura brasileira havia uma cobra, uma jiboia usada para aterrorizar e que além de tudo tinha o apelido de Míriam. Nem sei se era a mesma. Se era, talvez fosse esse o motivo de tanto riso. Míriam e Míriam, juntas na mesma sala. Essa era a graça, imagino.

Dr. Pablo voltou, depois, com os outros dois, e me encheu de perguntas. As de sempre: o que eu fazia, quem conhecia. Me davam tapas, chutes, puxavam pelo cabelo, bateram com minha cabeça na parede. Eu sangrava na nuca, o sangue molhou meu cabelo. Ninguém tratou de minha ferida , não me deram nenhum alimento naquele dia, exceto um copo de suco de laranja que, com a forte bofetada do capitão Guilherme, eu deixei cair no chão. Não recebi um único telefonema, não vi nenhum advogado, ninguém sabia o que tinha acontecido comigo, eu não sabia se as pessoas tinham ideia do meu desaparecimento. Só três dias após minha prisão é que meu pai recebeu, em Caratinga, um telefonema anônimo de uma mulher dizendo que eu tinha sido presa. Ele procurou muito e só conseguiu me localizar no fim daquele dezembro. Havia outros presos no quartel, mas só ao final de três semanas fui colocada na cela com a outras presas: Angela, Badora, Beth, Magdalena, estudantes, como eu.

Fiquei 48 horas sem comer. Eu entrei no quartel com 50 kg de peso, saí três meses depois pesando 39 kg. Eu cheguei lá com um mês de gravidez, e tinha enormes chances de perder meu bebê. Foi o que médico me disse, quando saí de lá, com quatro meses de gestação. Eu estava deprimida, mal alimentada, tensa, assustada, anêmica, com carência aguda de vitamina D por falta de sol. Nada que uma mulher deve ser para proteger seu bebê na barriga. Se meu filho sobrevivesse, teria sequelas, me disse o médico.

– A má notícia eu já sei, doutor, vou procurar logo um médico que me diga o que fazer para aumentar as chances do meu filho.


Mas isso foi ao sair. Lá dentro achei que não havia chance alguma para nós. Eu era levada de uma sala para outra, numa área administrativa do quartel, onde passava por outras sessões de perguntas, sempre as mesmas, tudo aos gritos, para manter o clima de terror, de intimidação. Na noite seguinte, atravessei a madrugada com uma sessão de interrogatório pesado, o Dr. Pablo e os outros dois berrando, me ameaçando de estupro, dizendo que iam me matar. Um dia achei que iria morrer. Entraram no meio da noite na cela do forte para onde eu fui levada após esses dois dias. Falaram que seria o último passeio e me levaram para um lugar escuro, no pátio do quartel, para simular um fuzilamento. Vi minha sombra refletida na parede branca do forte, a sombra de um corpo mirrado, uma menina de apenas 19 anos. Vi minha sombra projetada cercada de cães e fuzis, e pensei: “Eu sou muito nova para morrer. Quero viver”.


Um dia, um outro militar, que não era nenhum daqueles três, botou um revólver na minha cabeça e falou: “Eu posso te matar”. E forçou aquele cano frio na minha testa. Me deu um sentimento enorme de solidão, de abandono. Eu me senti absolutamente só no mundo. Pela falta de notícias, imaginava que o Marcelo estava morto. Entendi que iria morrer também e que ninguém saberia da minha morte, pensei. Mas não quis demonstrar medo. Lembro que o homem do revólver tinha olhos azuis. Olhei nos seus olhos e respondi: “Sim, você pode pode me matar”. E repeti, falando ainda mais alto, com ar de desafio: “Sim, você pode!”

Um dos interrogatórios foi feito na sala do capitão Guilherme, o S-2 que mandava em todos ali. Era noite, ele não estava, e me interrogaram na sala dele. Lembro dela porque havia na parede um quadro com a imagem do Duque de Caxias. Estava ainda com o biquíni e a camisa, era a única roupa que eu tinha, que me protegia. Nessa noite, na sala, de novo fui desnudada e os homens passaram o tempo todo me alisando, me apalpando, me bolinando, brincando comigo. Um deles me obrigou a deitar com ele no sofá. Não chegaram a consumar nada, mas estavam no limite do estupro, divertindo-se com tudo aquilo.

Eu estava com um mês de gravidez, e disse isso a eles. Não adiantou. Ignoraram a revelação e minha condição de grávida não aliviou minha condição lá dentro. Minha cabeça doía, com a pancada na parede, e o sangue coagulado na nuca incomodava. Eu não podia me lavar, não tinha nem roupa para trocar. Quando pensava em descansar e dormir um pouco, à noite, o lugar onde estava de repente era invadido, aos gritos, com um bando de pastores alemães latindo na minha cara. Não mordiam, mas pareciam que iam me estraçalhar, se escapassem da coleira. E, para enfurecer ainda mais os cães, os soldados gritavam a palavra que enlouquecia a cachorrada: “Terrorista, terrorista!…”

As primeiras três semanas que passei lá foram terríveis. Só melhorou quando o Dr. Pablo e seus dois companheiros foram embora. Entendi então que eles não pertenciam ao quartel de Vila Velha. Tinham vindo do Rio, é o que chegaram a conversar entre eles, em papos casuais: “E aí, quando voltarmos ao Rio, o que a gente vai fazer lá…” Isso fazia sentido, porque o quartel de Vila Velha integra o Comando do I Exército, hoje Comando do Leste, que tem o QG no Rio de Janeiro.

Quando o trio voltou para o Rio, a situação ficou menos ruim. Eles já não tinham mais nada para perguntar. Me tiraram da cela da fortaleza e me levaram para a cela coletiva. Foi melhor. Na cela do forte não havia janelas, a porta era inteiriça e minhas companhias eram apenas as baratas. Fiz uma foto minha, agora em 2011, ao lado da porta.

Até que chegou o dia de assinar a confissão, para dar início ao IPM, o inquérito policial-militar que acontecia lá mesmo, dentro do quartel. Me levaram para a sala do capitão Guilherme, o S-2, e levei um susto. Lá estava o Marcelo, que eu pensava estar morto. Os militares saíram da sala e nos deixaram sozinhos. Quando eu fui falar alguma coisa, o Marcelo me fez um sinal para ficar calada. Ele levantou, foi até a parede e levantou o quadro do Duque de Caxias. Estava cheio de fios e microfones lá atrás. Era tudo grampo.

Depois disso, o Marcelo foi levado para o Regimento Sampaio, na Vila Militar, no Rio de Janeiro, e lá ficou nove meses numa solitária. Sem banho de sol, sem nada para ler, sem ninguém para conversar. Foi colocado lá para enlouquecer. Nove longos e solitários meses… Nós, todos os presos, e os que já estavam soltos nos encontramos mais ou menos em junho na 2ª Auditoria da Aeronáutica, para o que eles chamam de sumário de culpa, o único momento em que o réu fala. Eu com uma barriga de sete meses de gravidez. O processo, que envolvia 28 pessoas, a maioria garotos da nossa idade, nos acusava de tentativa de organizar o PCdoB no estado, de aliciamento de estudantes, de panfletagem e pichações. Ao fim, eu e a maioria fomos absolvidos. O Marcelo foi condenado a um ano de cadeia. Nunca pedi indenização, nem Marcelo. Gostaria de ouvir um pedido de desculpas, porque isso me daria confiança de que meus netos não viverão o que eu vivi. É preciso reconhecer o erro para não repeti-lo. As Forças Armadas nunca reconheceram o que fizeram.

Nunca mais vi o capitão Guilherme, o S-2 que comandou tudo aquilo. Uma vez ele apareceu no Superior Tribunal Militar como assessor de um ministro. Marcelo foi expulso do curso de Medicina, após a prisão, e virou jornalista. Fomos para Brasília em 1977. Por ironia do destino, Marcelo só conseguiu vaga de repórter para cobrir os tribunais. E lá no STM, um dia, ele reviu o capitão Guilherme. Depois disso, não soubemos mais dele. Nem sei se o S-2 ainda está vivo.

O que eu sei é que mantive a promessa que me fiz, naquela noite em que vi minha sombra projetada na parede, antes do fuzilamento simulado. Eu sabia que era muito nova para morrer. Sei que outros presos viveram coisas piores e nem acho minha história importante. Mas foi o meu inferno. Tive sorte comparado a tantos outros.

Sobrevivi e meu filho Vladimir nasceu em agosto forte e saudável, sem qualquer sequela. Ele me deu duas netas, Manuela (3 anos) e Isabel (1). Do meu filho caçula, Matheus, ganhei outros dois netos, Mariana (8) e Daniel (4). Eles são o meu maior patrimônio.


Minha vingança foi sobreviver e vencer. Por meus filhos e netos, ainda aguardo um pedido de desculpas das Forças Armadas. Não cultivo nenhum ódio. Não sinto nada disso. Mas, esse gesto me daria segurança no futuro democrático do país. 



Reprodução do site do “Observatório da Imprensa''
Depoimento a Luiz Cláudio Cunha

Japão desenvolve exame de sangue para detectar 13 tipos de câncer.

O Centro Nacional de Câncer do Japão espera concluir, no prazo de cinco anos, o desenvolvimento de um método que permita o diagnóstico precoce de 13 tipos de câncer mediante um simples exame de sangue.


O projeto, com custo estimado em 57 milhões de euros, visa contribuir especialmente com a detecção precoce do câncer de mama, estômago, esôfago, pulmão, fígado, vesícula, pâncreas, colo, ovário, próstata e bexiga.
O método também pode ajudar na detecção precoce de doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer.

Trata-se de verificar a presença no sangue de micro-ácidos ribonucleicos (microARN), cujo aumento indicaria o desenvolvimento de um câncer. Mais de 2.500 variedades destas moléculas foram descobertas no corpo humano e podem servir de "marcadores" para detectar diferentes tipos de câncer, em um método muito mais rápido que a atual bateria de exames.

Várias equipes de pesquisadores da Europa e dos Estados Unidos já analisam o papel dos microARN nos casos de diversos tipos de câncer, mas os japoneses esperam chegar mais longe nas investigações, que ainda não permitiram elaborar um teste comercial.

O programa é dirigido pela Organização Japonesa de Novas Energias e Tecnologias Industriais (Nedo), que apoia pesquisas em diversos âmbitos, com o apoio de várias empresas, entre elas Toray Industries e Toshiba, que têm grandes ambições na área médica.


O projeto é baseado em dados obtidos com 65 mil pacientes através do Centro Nacional do Câncer. "Se conseguirmos desenvolver o primeiro teste mundial de alta precisão no Japão, isto poderá aumentar em vários anos a esperança de vida das pessoas e contribuir para o desenvolvimento das indústrias japonesas", disse Tomomitsu Hotta, presidente do centro, citado pela agência Kyodo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o câncer matou 8,2 milhões de pessoas em 2012. Os mais letais são de pulmão, estômago, fígado, colo e mama.




Fonte:yahoo.com.br

IBGE deve abrir concurso com 1,5 mil vagas de níveis médio e superior

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) solicitou ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) a autorização de 1,5 mil vagas em níveis médio e superior em cargos de técnico e analista. As vagas devem ser abertas em função do grande número de pedidos de aposentadoria.


Vagas

Das 1,5 mil vagas solicitadas, 1.044 são de nível médio e 300 de nível superior. Assim que o MPOG autorizar as abertura das vagas, o IBGE deverá divulgar quais serão as especialidade de técnico e analista que serão abertas.

Últimos concursos

Os últimos concursos do IBGE foram organizados pela Fundação Cesgranrio e realizados em 2013. Foram oferecidas 420 vagas nos níveis intermediário e superior com remuneração entre R$3.186,10 e R$8.303,24. No total, o IBGE recebeu 132.278 inscrições, sendo 119.207 para técnico, 8.254 para analista e 4.817 para tecnologista. E no mesmo ano, o IBGE também abriu 7.825 vagas temporárias para nível médio e superior.


18/08/2014

Todos estão convidados


Acreditem quem quiser ou quem puder!

'Seu Avião será sabotado' 

Vidente previu em 2005 data,local e circunstância da morte de Eduardo Campos


No ano de 2005, um vidente previu a data, local e a circunstância da morte do candidato a presidência Eduardo Campos. Jucelino Nóbrega da Luz enviou uma carta ao então governador de Pernambuco, relatando a premonição, e a registrou em cartório.

Na carta, o vidente afirma que Campos sofrerá um acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014, em Santos. Ele diz ainda que o ex-governador de Pernambuco seria o candidato a presidência em 2014 e o acidente seria motivado por uma sabotagem.

Jucelino, 51 anos, é conhecido em todo o mundo pelo alto grau de acerto de suas previsões.

Veja a transcrição da carta:

Venho mui respeitosamente, pedir que me escute porque teremos um acidente da TAM em São Paulo JJ 3054 e esse é um sinal que sua vida estará em risco e uma sabotagem vai derrubar seu avião em Santos com avião labace 2012, em 13/08/2014. Deverá ter muito cuidado, pois será candidato a presidente em 2014. Seu avião será sabotado e poderá ter outro acidente da TAM EM 26/11/2014.
Espero estar errado.
Jucelino Nóbrega 15/06/2005

SEGUNDO GOVERNO, METADE DOS RESERVATÓRIOS DO RIO GRANDE DO NORTE ESTÁ EM ESTADO CRÍTICO.

Não há mais esperança para este ano.

 O mês de agosto se aproxima do fim e o sertanejo não vê prenúncio de chuva no céu limpo e azul do sertão. O inverno deste ano no semiárido nordestino, apesar de classificado como normal pela meteorologia, não foi capaz de encher os reservatórios de água no interior do Rio Grande do Norte a índices satisfatórios. Resta, agora, esperar por um 2015 menos doloroso.


Mais da metade dos açudes monitorados pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos está com o nível abaixo dos 20% da capacidade total. Índice considerado crítico pelos especialistas. Além disso, cinco cidades convivem com colapso no abastecimento e outros municípios estão em estado de emergência devido à situação climática desfavorável.

O Estado possui ao todo 46 reservatórios monitorados periodicamente pela Secretaria de Recursos Hídricos. Os açudes e barragens estão localizados nas bacias dos rios Apodi/Mossoró, Piranhas/Açu, Ceará-Mirim, Potengi, Trairi e Jacú. No início do ano, as chuvas ajudaram a recuperar alguns açudes, mas reservatórios importantes como o Gargalheiras, Itans e o açude de Pau dos Ferros quase não acumularam água. 

Em Acari, o açude Gargalheiras, que tem capacidade para armazenar 44.421.480 metros cúbicos de água, está com o volume de 3.274.877 metros cúbicos, o que representa 7,37% de sua capacidade total. O açude Itans, em Caicó, é outro reservatório em situação alarmante. Com capacidade para acumular até 81.750.000 metros cúbicos de água, o açude está com 13,08% da capacidade, ou seja, 10.695.000 metros cúbicos, e segundo a Emparn, suporta abastecer as cidades atendidas pelo açude até janeiro do próximo ano.

15/08/2014

Jô Soares perde 10 kg e usa oxigênio auxiliar no Sírio Libanês

O apresentador Luiz Bacci, do “Tá Na Tela”, da Band, ouviu uma testemunha que alega saber detalhes sobre o estado de saúde de Jô Soares. 

“Ele está em uma situação complicada, andando com auxílio de andador, emagreceu uns 10kg, usa oxigênio para respirar e tem a ajuda de uma enfermeira que também é fisioterapeuta”, disse a fonte, ao programa desta quinta-feira (14), completando que o apresentador deve receber alta na próxima semana.



Jô está internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, há vinte dias para tratar uma infecção pulmonar. O último boletim médico divulgado sobre o apresentador foi em 28 de julho, no qual foi informado que “o paciente está sendo tratado com antibióticos e deve ter alta nos próximos dias”.

Procurada pelo iG, a assessoria de imprensa da Globo informou que não tem como confirmar as informações passadas pela testemunha da Band, mas declarou que o apresentador “teve melhora muito boa e deve receber alta hospitalar em breve”.


Equipe de Kelps Lima pregou cartazes na antiga casa dos bispos de Caicó


A residência de número 299 na Praça Doutor José Augusto, no Centro de Caicó, chama a atenção por ter abrigado por muito tempo o CCAA. Antes, a casa pertencente à Diocese local abrigou os ex-bispos que passaram pelo Seridó até a construção da atual sede da Cúria Diocesana.

História à parte, os muros do prédio estavam hoje todos cheios de cartazes do candidato a deputado estadualKelps Lima (Solidariedade). A legislação eleitoral impõe algumas restrições a esse tipo de propaganda.

Segundo o artigo 12 da resolução nº 23.404/2014, editado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a infração sujeita “o infrator às penalidades previstas no § 1º do artigo anterior (Lei nº 9.504/97, art. 37, § 2º)”.


Primeiro programa de campanha de Eduardo Campos vazou na internet

Vazou o primeiro programa eleitoral da campanha de Eduardo Campos, que iria ao ar dia 19 de agosto. 
É um programa curto, bem feito e com uma mensagem oposição ao chamado fisiologismo do governo Dilma Rousseff.


14/08/2014

Aécio Neves fala sobre a morte de Eduardo Campos



Do Blog: É impressão nossa ou esse cidadão está feliz com a desgraça alheia? Será que só nós vimos a explícita alegria no seu semblante? 

Justiça do RN autoriza importação de substância da maconha para tratamento de paralisia cerebral


Uma criança de quatro anos idade, que sofre de paralisia cerebral e epilepsia, ganhou na Justiça o direito de ser tratada com a substância Canabidiol, que tem substâncias derivadas da maconha, mas no Brasil tem sua importação proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.


O juiz federal Renato Borelli, da 7ª Vara Federal, expediu liminar autorizando os pais da criança a importarem Canabidiol. O magistrado analisou que, pelos documentos anexados aos autos, é possível que o tratamento medicamentoso pretendido tenha eficácia no controle das crises convulsivas sofridas pela criança.





Matéria de Ronbson Pires

A igreja e os candidatos oportunistas

Quando é que vai aparecer uma autoridade estadual da igreja no Rio Grande do Norte que vai dar uns “cocorotes” em alguns candidatos que nas eleições deste ano  e nas anteriores se aproveitam de festas de padroeiro(a)s e outras manifestações religiosas para fazer política?

 Com o apoio dos próprios padres?

Passa a impressão para o fiel algumas igrejas viram verdadeiros palanques eleitorais para os candidatos oportunistas.